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Pelo direito de discordar

A opinião discordante nunca é bem-vinda aos meios onde reina a censura. Lembro-me do famoso Encontro de Ministros em Jerusalém descrito por Lucas em Atos 15. Nessa passagem do texto Sagrado vê-se de forma nítida o momento presente, uma vez que sabemos que a Bíblia se repete, o velho demônio que queria impedir Paulo de levar as Boas-Novas está à solta hoje. O rito litúrgico de levar Paulo à cidade santa e submete-lo ao julgamento de um grupo que pretendia-se detentor da autoridade repete-se hoje. Pregar a Terceira Puxada é abrir mão da fama e da popularidade, coisa que os políticos da mensagem não o farão. Estou certo que definitivamente não receberam o profeta William Branham como tal, como profeta. Alguns pregadores dizem que pregam a Terceira Puxada desde o início, isso não é verdade. A Terceira Puxada passa pelo entendimento inspirado da abertura de todos os Selos e do cumprimento completo, a ser redundante, de Apocalipse 10:1-7. Falar bem do irmão Branham até inimigos falam, denominacionais falam. Obedecer William Branham é para eleito. Voltemos a Paulo. Tiago, o líder da igreja de Jerusalém, acomodou-se em liderar a Igreja nos ritos mosaicos, todavia, batizando o povo em nome de Jesus Cristo. A questão era que os religiosos de Jerusalém saíram do sistema, mas o sistema lhes mantinha sob o rigorismo judaico. Paulo viu a Coluna de Fogo e foi-Lhe fiel na manifestação da Mensagem. Dos 12 apóstolos que foram chamados, mesmo Matias após Judas, pouco se ouviu falar, todavia, o apóstolo desdenhado e desconsiderado pregava Jesus Cristo vivo como em Gálatas 2:20. Pergunto aos excelentes religiosos: Paulo afirma que Jesus estava a morar nele, como poderia ou pode Jesus estar em um céu distante? A Coluna de Fogo é Jesus que falou com Paulo no caminho para Damasco. Discordamos peremptoriamente da forma ritualística que querem conduzir a Mensagem no Brasil. Há os que pensam serem donos da mensagem, há os que se dizem isso e aquilo e se arrastam com seus pensamentos religiosos e suas contradições humanas como “motivos” para vindicarem seus ministérios. Quando um pastor projeta outro pastor além dos limites razoáveis da razão, a ponto do povo ter dois pastores, merece que lhe tomem a igreja sim e deve ficar calado. Pastor de igreja é pastor de igreja. O povo deve ater-se à MENSAGEM que já trouxe Cristo à terra. O romanismo concentra sua fé em um homem, em um super-homem rodeado por outros que impedem o povo de chegar-lhe perto. Carros blindados fazem-lhe a proteção. Vê-se que o sistema que se estabeleceu no Brasil não é muito diferente. Alguém falou que saímos tarde em 2006 de certo grupo, na realidade fomos expulsos de forma grosseira e indecorosa. Sim, pregávamos a Terceira Puxada, mas não o fazíamos como bandidos ou traidores como alardearam à época. Um homem verdadeiro possui suas convicções, respeitamos, não espalhamos ventos de doutrinas para angariarmos a força a confiança do povo. Deus não trata com grupos. Para irmos a um continente devemos pedir a alguém? Não façamos do erro a regra, não compactuemos com a política religiosa sob a pena estarmos em luta contra o próprio Deus.

falecom@avozdedeus.org.br

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