Novo Nome? Deus sendo mal Entendido.
(1ª parte)

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Sem a menor sombra de dúvida a Bíblia é um livro espiritual. Lê-lo utilizando o raciocínio lógico e carnal sem depender do Espírito Santo conduzirá a erros danosos e lamentáveis. Existe hoje mais que nunca, um espírito criador de doutrinas à revelia, precisa ele, no entanto, de alguém despreparado e que aspire um lugar de liderança e que queira ser diferente, o único. O profeta irmão Branham quero imediatamente ressaltar, nunca criou uma doutrina, colocou-as em prática. Paulo teve um ministério extraordinário pregando e apostolando o cristianismo, santa ceia lava-pés, ordem na igreja, diáconos, pregadores, dons, enfim, Paulo com a liderança do Espírito Santo escreveu as Epístolas tocando em pontos profundos e que se ao lê-los, o leitor não estiver inspirado pelo Espírito cometerá erros de interpretações. Vejamos a autoridade de Paulo:

Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência, 11  Perseguições e aflições tais quais me aconteceram em Antioquia, em Icónio, e em Listra; quantas perseguições sofri, e o Senhor de todas me livrou; 12  E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições”.

2ª Timóteo 3:10-12

Observe que Paulo afirma veementemente “minha doutrina” o grande apóstolo pôde falar assim. Irmão Branham foi profeta, cumpriu fielmente o que Paulo pregou, logo, não criou doutrina, reafirmo, todas as doutrinas da Bíblia foram pregadas e vividas por William Branham, o pastor da Esposa eleita. É preciso lembrar que o irmão Branham cumpriu fielmente o seu ministério atendo-se à Bíblia. Vejamos o seu zelo:

157 – Eu disse: “Oh, estou tão feliz. E, Paulo, ele tem que estar nesta posição? Pedro tem que estar nesta posição?” “Sim.” 158 – Eu disse: “Então eu preguei toda Palavra que eles pregaram. Eu nunca divergi Dela, de um lado a outro. Onde eles batizaram no Nome de Jesus Cristo, eu também batizei. Onde ensinaram o batismo do Espírito Santo, eu também ensinei. Tudo quanto eles ensinaram, eu também ensinei.”159 – E aquelas pessoas clamaram, e disseram: “Nós sabemos disso. E sabemos que vamos com você, algum dia, de volta à terra.” Disseram: “Jesus virá, e você será julgado de acordo com a Palavra que nos pregou. E então, se você for aceito nesse tempo, o que você será,” e disseram: “então você nos apresentará a Ele, como seus troféus de seu ministério.” Disseram: “Você nos guiará a Ele, e, todos juntos, voltaremos à terra, para viver eternamente.”Eu disse: “Eu tenho que retornar agora?”
“Sim. Mas continue prosseguindo.”

O Rei rejeitado

Paulo trouxe o Evangelho da Era Alfa e o irmão Branham o da Era Ômega:

171 – Toda a Vida verdadeira que estava no talo, borla e casca está agora reunida na Semente, pronta para a ressurreição, pronta para a colheita. O Alfa tem se tornado Omega. O primeiro se tornou último; e o último o primeiro. A Semente que chegou passou por um processo e se tornou Semente outra vez. A semente que caiu no jardim do Éden e morreu ali, voltou (daquela semente imperfeita que morreu ali)… voltou À Semente perfeita… O segundo Adão. 172 – A primeira Eva que caiu, e foi usada na segunda reforma… segunda vinda está trazendo um filho, agora se tornou a verdadeira Noiva outra vez, a Semente de volta com a Palavra original outra vez. O Alfa e o Omega são o mesmo. Ele disse, “Eu sou o Alfa e o Omega”. Ele nunca disse nada sobre o meio. “Eu sou o Alfa e o Omega, o Primeiro, e o último”. É isto!

A Obra prima

O ministério do Filho do Homem

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O que falei anteriormente serve de base para meu objetivo central nesse artigo, William Marrion Branham não é o novo de Jesus. O caráter especialíssimo do ministério do irmão Branham não o torna Jesus Cristo, você leu anteriormente que o ministério Alfa se iguala ao ministério Ômega, isso não torna Paulo Jesus Cristo, Cristo opera no homem, os prodígios manifestos não partem do homem, mas de Jesus Cristo que é Deus.

Está escrito:

27- E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.

Hebreus 9:27

Salvo milagre de ressurreição temporária, o único homem que não conheceu ou conhecerá a morte é Enoque. Jesus Cristo morreu e ressuscitou, mas está impedido de nascer duas vezes como qualquer outro ser de acordo com Hebreus 9:27. Cristo pode manifestar-se no Homem, anjos podem manifestar-se para o homem. Irmão Branham teve uma vida peculiar, diferente, santificada, mas não anula o fato de ter nascido de um óvulo humano, o de Jesus, o óvulo foi criado por Deus.

51 – Agora, vejam isto cada um de vocês: sabe você que anos antes de que você nascesse, você esteve em seu pai na forma de genes? Isso é correto. Um gérmen ou semente que estava em seu pai. A semente de vida vem do varão, não da fêmea supre o óvulo, porém o gérmen vem do varão. Agora, por exemplo, em meu pai… Ou melhor, meu filho estava em mim. Eu não o conhecia, porém ele estava ali. Agora, por meio do matrimônio ele se manifestou á minha semelhança. Eu o conheço, posso ter companheirismo com ele, e ele veio no devido tempo. E assim desta maneira, se você tem Vida Eterna, você estava em Deus antes que existisse o mundo. Você é uma parte, um filho de Deus, um atributo de Deus. Ele sabia em que era você viria. Ele predestinou a você para esta era, para tomar o lugar que você ocupa, e ninguém mais pode ocupar esse lugar. Não importa quantas personificações venham você tem que estar ali porque Ele sabia que estaria. Agora você é manifesto, pode ter companheirismo com Ele; e isso é o que Ele deseja, anela o companheirismo, o ser adorado. Porém se sua vida não tem existido sempre (eternamente) como um atributo em Deus, então você somente é um imitador da vida cristã. Vê você? Haverá milhões e bilhões de tais pessoas que unicamente são imitadores do cristianismo.

O Rapto

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Uma reflexão:

Se Maria é a mãe de Deus e a mãe de Maria é o quê?

O uso da expressão "Maria, mãe de Deus" foi oficialmente autorizado no Concílio de Éfeso no século V. O concílio procurou resolver uma diferença entre alguns bispos em referência à divindade e à humanidade de Jesus. A Bíblia apresenta Jesus como Deus que se fez carne (João 1:1, 14). Várias pessoas têm tentado separar essas duas características de Jesus Cristo, às vezes sugerindo que fossem duas pessoas distintas, uma espiritual e a outra carnal. Não contentes com as afirmações das Escrituras, alguns homens procuram explicar detalhadamente coisas que Deus não revelou (veja Deuteronômio 29:29). O resultado, freqüentemente, é que um extremo falso provoca uma reação igualmente errada, e novas doutrinas nascem. Quando teólogos se reuniram em Éfeso, uma cidade conhecida por sua exaltação de uma deidade feminina (veja Atos 19:23-41), não se contentaram em estudar o que as Escrituras dizem sobre a humanidade e a divindade de Jesus Cristo. Para defender o fato que Jesus é Deus, eles argumentaram assim: "Emanuel realmente é Deus, e a santa Virgem é, portanto, Mãe de Deus" (John A. Hardon, S.J., The Catholic Catechism, 135). Superficialmente, a lógica parece válida, e assim foi oficializado o dogma de "Theotokos" (Mãe de Deus), uma doutrina que não se encontra na Bíblia. Depois dessa, vieram várias outras novas doutrinas sobre Maria. Não contentes com as afirmações bíblicas que Maria continuou virgem até o nascimento de Jesus, acrescentaram a doutrina da virgindade perpétua dela. Tentando defender a pureza de Maria enquanto negavam a inocência e pureza de todas as crianças, inventaram a noção da imaculada conceição, que se tornou dogma no século XIX. Em 1950, Pio XII tomou mais um passo, segundo a vontade de milhões de católicos, quando afirmou como dogma a crença da Assunção de Maria ao céu. Agora, no início do século XXI, o Vaticano está sendo bombardeado com petições para exaltar Maria ainda mais. Por enquanto, não foi decidido se Roma ordenará que Maria seja vista como co-redentora, ao lado de Jesus. De toda essa história, devemos aprender algumas lições importantes: Não devemos negar nada que a Bíblia afirma sobre Maria, mas também não devemos criar ou aceitar doutrinas humanas sobre a mãe de Jesus.  Quando refutamos doutrinas falsas, precisamos ter cuidado para não inventar outros ensinamentos igualmente errados.  Devemos falar de acordo com as Escrituras, sem acrescentar nada (1ª Pedro 4:11; 1ª Coríntios 4:6; 2 João 9)

Obs. O exemplar do Frei John Hardon está em inglês, tradução livre.

Um desastre doutrinário

O Papa Pio IX, na bula Ineffabilis Deus, em 8 de dezembro de 1854, declarou como dogma da Igreja e artigo de fé o seguinte: "É de Deus revelada a doutrina que sustenta que a bem-aventurada Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio do Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, o Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, e dessa maneira deve ser onda firme e constantemente por todos os fiéis."Os apologistas do dogma não dizem que Maria foi milagrosamente concebida, sendo que ela teve seus país naturais. São Joaquim e Santa Ana afirmam, sim, que ela nasceu sem pecado original, entendendo-se que este consiste na privação da graça sobrenatural imerecida, graça que Adão e Eva tiveram a principio, mas que perderam por sua desobediência. O pecado original consiste, segundo a doutrina católica, em que todos os seres humanos, por descendermos de nossos pais Adão e Eva, nascemos privados dessa graça santificante, e, dessa maneira, é congênita em nós a tendência para o mal. Maria participou, no entanto, de algumas das conseqüências do pecado de Adão; esteve incluída na sentença adâmica, incorreu na dúvida, como todos os demais, e não esteve isenta da morte; mas foi ela redimida por antecipação, em vista dos feitos de seu próprio Filho e pela abundância da bondade de Deus. Convém observar que, com a promulgação deste dogma papal, o primeiro em 18 séculos e meio, Pio IX pôs termo a uma controvérsia que havia abrangido várias centúrias e que implicava numa ameaça de divisão nas filas romanistas. A decisão do Papa adotada por ele e perante ele chegou a ser por isso mesmo uma medida prática e oportuna e deixou bem clara a consolidação das pretensões do papado, de absoluta autoridade sobre os Concílios Gerais e sobre a Igreja toda. Apenas 16 anos depois, este mesmo Papa haveria de decretar, no Concilio Vaticano I, o dogma da infalibilidade papal.

Fonte: P. Pedro de Ribadeneyra, Vida de ia Gloriosa Virgen Maria, p. 81.

De fato estamos às voltas com doutrinas católicas querendo passar-se por da Mensagem do sétimo anjo. Por qual motivo? A falta de conhecimento é um motivo, mas apenas um. O desejo de ser diferente e um pouco de aventura se somam. Vamos a um ponto decisivo na refutação de que William Branham é o novo nome de Jesus. Em artigo propalado pela internet, excelente pastor para justificar a mudança de nome justifica que o nome de Josué era Oséias e que seu nome mudado apóia o novo nome de William Branham, levando-se em conta que Josué é um tipo do Espírito Santo, e do irmão Branham por possuir 7 letras em seus três nomes.

16 Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra; e a Oséias, filho de Num, Moisés chamou Josué.

Números 13:16

Oséias e Josué são transliterações do mesmo nome, altera-se o nome, mas não o significado do nome. Entenda o que é transliteração:

Tudo começou na Idade Média, quando os povos do centro da Europa estavam sofrendo constantes ataques turcos. Como os turcos tinham nomes muito complicados e os reis nunca conseguiam lembrar os nomes dos líderes otomanos, o acordo nunca dava certo. Foi vendo essa situação que um pensador decidiu fazer uma espécie de tradução dos nomes, grafando na língua de sua terra o que era pronunciado pelos soldados turcos. Shklahmnhleiman Çukak, o poderoso sultão turco, teve seu nome adaptado para Xicranleimã Sucaque. Dessa forma, os reis europeus conseguiam falar o nome do sultão com a pronúncia quase correta, podendo fazer o acordo de paz. Os demais países gostaram da idéia, e começaram a traduzir tudo o que encontrassem com nomes estrangeiros. Passavam-se a traduzir também nomes de pessoas, de cidades, de cavalos, entre outros. Assim que surgiu a transliteração, algo que surgiu para ajudar as pessoas, mas que foi absurdamente aplicada de forma errada no mundo todo.

Oséias é Josué, são escritas diferentes como mesmo significado: Jeová Salvador. Afirmo com convicção e embasamento que Oséias, Josué e Jesus possuem o mesmo significado com escritas diferentes, não são novos nomes. Quando da tradução da Bíblia para outros idiomas vários nomes foram transliterados para que não houvesse duplicidade de identificação, veja alguns exemplos:

Jacó-Iacobe-Tiago (Tiago significa o mesmo que Jacó, não é um novo nome).

Eliazar= ( Ex 6,23) vide Eliezer. Eliezer= auxílio de Deus (Gên 15,2).

Ana= graça ( Lc 2,36).Ananias= graça do Senhor ( At 5,1).

Elisabete= juramento de meu Deus; plenitude do meu Deus ou sétimo de meu Deus (Ex 6,23). Isabel= outra forma para Elisabete.

Judas= louvor (Gên 29,35).Judite= a que louva; judia (Gên 26,34).

Tomás= gêmeo ou abismo (Mt 10,3).Tomé= vide Tomás.

Esses são pouquíssimos exemplos de transliteração bíblica para que o leitor entenda que mudar a pronúncia pode não significar mudança de sentido. Voltando a doutrina do nascimento imaculado, lembre-se que Jesus nasceu uma vez e de forma imaculada, o irmão Branham não.  Não fiz nenhuma menção à mensagem Apocalipse 5 (A serpente ferida) por achar que os argumentos que demonstro aqui são suficientes, caso não sejam, tornarei a ele . Paulo no Novo Testamento mudou seu nome de Saulo (latim de Saul em hebraico) para Paulo que em latim significa pequeno . Alguém se habilita a dizer que Paulo é o novo nome de Jesus ?

“A maioria dos homens são maus juízes quando seus próprios interesses estão envolvidos”.

Aristóteles (Século IV A.C)

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falecom@avozdedeus.org.br

 

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