A Igreja

Mais de 80% de sua fala foi sobre segunda vinda

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“Better than eighty percent of His talk was on His second coming, not what was then, His sacrifice and the going away, but the second coming”.

William Branham (1960)

“Mais de 80% de Sua fala foi sobre Sua 2ª vinda”.

William Branham (1960)

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60-0303 FORMER AND LATTER RAIN_ PHOENIX.AZ THURSDAY

E-21 A strange thing, our Lord, when He was here on earth, He taught more of His second coming than He did of His going away then. Read the Scriptures; find out how much he talked of His second coming. Better than eighty percent of His talk was on His second coming, not what was then, His sacrifice and the going away, but the second coming. He gave the people warnings. He never feared to give them warning. Let’s see some of the things that He did.

If Jesus talked so much, eighty percent of His time on the second coming, then it behooves us to listen to see what He said would take place. He said, “You’ll hear of nation raising against nation, kingdom against kingdom, you’ll hear of all these things. And this temple will be tore down, and not one stone left on the other.” He said, “But that’s not the end yet.” He goes ahead and tells how things would take place. And right down at the end, He said, “But when you see the fig tree putting forth its buds and all the other trees,” said, “then you know summer’s nigh. Likewise when you see this, know that it’s now at the door; and verily, I say, this generation shall not pass until all be fulfilled.”

 

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Chuva Temporã e Serôdia 03 de março de 1960

Uma coisa estranha, nosso Senhor, quando Ele estava aqui na terra, Ele ensinou mais de Sua segunda vinda do que de Sua partida. Leia as Escrituras; descobrirás o quanto ele falou de Sua segunda vinda. Mais do que oitenta por cento de Sua fala foi sobre Sua segunda vinda, não o que era, então, Seu sacrifício e Sua partida, mas a Sua segunda vinda. Ele deu advertências às pessoas. Ele nunca tinha medo de dar-lhes aviso. Vamos ver algumas das coisas que Ele fez.

Se Jesus falou tanto, 80 por cento de Seu tempo, sobre Sua segunda vinda, então cabe-nos ouvir para ver o que Ele disse o que aconteceria. Ele disse: “Vocês ouvirão de nação levantando-se contra nação, reino contra reino, vocês ouvirão de todas estas coisas. E este templo será derrubado, e nenhuma pedra ficará sobre a outra. “Ele disse: “Mas isso não é o fim ainda.” Ele vai em frente e diz como as coisas aconteceriam. E bem no fim, Ele disse: “Mas quando vocês virem a figueira brotar e todas as outras árvores”, disse, “Então vocês sabem que o verão está próximo. Da mesma forma, quando vocês virem isso, saibam que está á porta, e na verdade, eu digo, esta geração não passará até que tudo seja cumprido”.

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   E-14 And now, the sun has come across giving a dismal light because of the denseness of the faith of people. Jesus was the Son of God, as we was talking today. He was the Son of God as much as He was a man. At thirty years… We have no record of Him doing anything till He was thirty years old. When He was baptized in Jordan by John, then the Holy Ghost came upon Him without measure. In Him dwelled the Fullness of the Godhead bodily. He was Emmanuel. God was in Him. Why was God in Him? Because He was sinless born and because that He had a way that He could yield Hisself to God, and in Him dwelt all of God.

Now, you and I could have no more God in us than what we can yield ourself. As much as we abide… As much Bill Branham as I can get out of the way, God will come in. But as long as William Branham’s in there, then God has no way of getting in. And the same with you. It’s getting ourself out of the way, not looking the way we think, not doing the way that we–we think, but letting Him do our thinking. Let Him do our looking, listening to the Holy Spirit.

Chuva Temporã e Serôdia 03 de março de 1960

E agora, o sol tem brilhado de maneira sombria (luz triste) por causa da falta de fé das pessoas. Jesus era o Filho de Deus, como estava falando hoje. Ele era o Filho de Deus tanto quanto Ele era um homem. Aos trinta anos … Não temos registro de Ele fazer qualquer coisa até que Ele completou trinta anos. Quando Ele foi batizado no Jordão por João, então o Espírito Santo desceu sobre Ele sem medida. Nele habitou a plenitude da Divindade corporalmente. Ele era Emmanuel. Deus estava Nele. Por que Deus estava Nele? Porque Ele era nascido sem pecado e porque Ele tinha um jeito que Ele poderia render a Si mesmo a Deus, e Nele habitou tudo de Deus.

Agora, você e eu poderíamos ter mais de Deus em nós do que aquilo que temos, se apenas nos rendêssemos a nós mesmos a Ele. Tanto quanto pudéssemos…Tanto quanto Bill Branham, ou seja, o tanto quanto eu possa sair do caminho, Deus virá e entrará nele. Mas enquanto William Branham está lá dentro, então Deus não tem como ficar dentro. É o mesmo com você. É hora de sairmos do caminho e não olharmos as coisas como nós queremos olhar, não fazermos da maneira que nós pensamos, mas deixando que Ele faça nossos pensamentos. Deixe-O fazer o nosso olhar, ouvindo o Espírito Santo.

 

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O Livro de Rute

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O LIVRO DE RUTE

O Livro de Rute (em hebraico: מגילת רות, Megilath Ruth – “Rolo de Rute”) é um dos livros da terceira divisão da Bíblia hebraica (Ketuvim). No caso da Bíblia cristã, é o oitavo livro do Antigo Testamento e é tratado como um dos livros históricos, posicionado entre Juízes e I Samuel[1], pois seus eventos transcorrem «nos dias em que os juízes julgavam» (Rute 1:1). Seu nome é uma referência à figura principal do relato, Rute, a bisavó de David.

Ele conta como Rute aceitou o Deus dos israelitas como seu Deus e os israelitas como seu povo. Em Rute 1:16-17, ela diz a Noemi, sua sogra israelita: que “para onde quer que tu fores, irei eu; e onde quer que tu pousares, pousarei eu: o teu povo será o meu povo, e o teu Deus o meu Deus. Onde quer que tu morreres, morrerei eu, e ali serei sepultada. Isto me faça Javé, e ainda mais, se outra coisa que a morte me separar de ti”.

É um livro muito estimado pelos judeus por escolha, como revelado pela considerável presença de Boaz na literatura rabínica.

Este livro da Bíblia deriva seu nome de um dos seus personagens principais, Rute (cujo nome significa “amizade”), a moabita. A narrativa mostra como Rute se tornou uma ancestral de Davi por meio do casamento de cunhado com Boaz, em favor de sua sogra, Noemi.

O apreço, a lealdade e a confiança a DEUS que Boaz, Naomi e Rute demonstraram permeiam o relato (Rute 1:8-17; Rute 2:4-20; Rute 3:9-13; Rute 4:10).

Excetuando-se a lista genealógica (Rute 4:18-22), os eventos relatados no livro de Rute abrangem um período de cerca de 11 anos no tempo dos juízes, embora não se declare exatamente quando ocorreram.

 

 

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O profeta disse:

38 Agora muitas pessoas olham este Livro de Rute, como eles dizem, “É uma história de amor da Bíblia”. A Bíblia é uma história de amor. A Bíblia inteira é uma história de amor.

39 Ela não é somente uma história de amor, mas Ela é um profeta. Não é somente um profeta, mas é uma historiografia. Não é somente uma história de amor, uma historiografia, um profeta, Ela é o próprio Deus. Porque, “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. Então a Palavra é Deus em forma de impressão. Jeová impresso sobre um Livro. E não existe nada dela que é algum tipo de um conto de ficção, porém o Livro todo é absolutamente a Verdade; cada frase do Livro, pendura uma alma nele. Aí é que está a Verdade.

40 E Deus sustentará Sua Palavra. E esta história foi escrita, e todos os manuscritos antigos, quando eles estavam segregando a Bíblia (os homens santos), quando eles tentavam colocar tudo junto no Velho Testamento…Este Livro de Rute era um dos Livros salientes que eles aceitaram. Por que? Se é apenas uma história de amor, por que os escritores e os sábios da antiguidade aceitaram este Livro como sendo inspirado? Porque há uma revelação escondida, você percebe o significado verdadeiro e isto te trará bem perto de Deus.

109 A Palavra de Deus, o Velho Testamento, é o Parente chegado do Novo. A Velha Igreja é uma mãe para a Nova Igreja (vê?) O cristão, um crente. “Não vá para nenhum outro campo. Permaneça no seu campo. E talvez, algum dia, você possa achar graça com ele”. 110 E um dia enquanto ela estava lá fora no campo, este homem jovem rico com nome de Boaz, um governador, um homem opulento, veio, passou e a viu. Oh, quando ele a viu, ele apaixonou-se por ela. Ele a achou uma mulher maravilhosa. Ele gostou do caráter dela. Você se lembra que ele disse, “Eu sei, e também o povo sabe, que tu és uma mulher virtuosa”. Fez decisão clara e explícita. Veio e viveu, exatamente como ela disse que faria. 111 Em caso contrário hoje em dia eles falam, “Nós sabemos que você é um cristão. Sabemos que tu és um homem de Deus, porque nenhum outro homem pode fazer estes milagres a não ser que Deus esteja com ele”. 112 Foi aquilo que Nicodemos disse a Jesus, disse, “Rabi, sabemos que tu és um mestre vindo de Deus. Nenhum homem pode fazer as coisas que tu fazes a não ser que Deus esteja com ele”; quando Ele o viu assentado lá e discernir os próprios pensamentos de seus corações.

113 Uma mulher tocou nas suas vestes, Ele virou e disse, “Quem me tocou?” Todos eles negaram ter feito aquilo. E Ele olhou para trás na audiência, e disse, “Você, com um fluxo de sangue, aí. Tua fé te tem curado”.

114 Disse, “Nenhum homem pode fazer aquilo exceto se Deus estiver com ele.

Nós sabemos que Tu vieste de Deus. Nós não podemos Te aceitar, porque seremos chutados para fora da igreja”. Veja, aquela videira enxertada, irmão West, como estávamos conversando ontem à noite. Eles irão chutar você para fora. “Porém no fundo de nossos corações nós sabemos que você veio da videira original”. E Cristo é a Videira, nós somos os galhos, “Nós sabemos porque vemos a mesma Vida que está em Deus, está dentro de você”.

115 Aquilo é o que Boaz tinha visto dentro de Rute, aquela decisão nítida, aquela virtude de mulher ali de pé. E ele apaixonou-se por ela. 116 Agora, quero que você note, Noemi, a igreja velha, começou a explicar a Rute todas as leis sobre sua religião; como o Velho Testamento é uma sombra do Novo. Agora, quero que você entenda esta história bem aqui.

117 Agora eu quero mostrar as sombras. O Velho Testamento explica o Novo se você o ler, pois é uma prefigura do Novo. Agora se eu fosse caminhando na direção daquela parede, e eu nunca tivesse visto a mim mesmo, e tendo visto a minha sombra, eu iria saber…teria alguma idéia de como eu me pareceria. Se você não sabe…Se você sabe o que é o Novo Testamento, leia o Velho e você verá a sombra dele. Vê? E então quando o Novo Testamento entra, você dirá, “Ora, claro, isto e aquilo”. O Livro de Hebreus, voltando, Paulo explicando-o.

118 Agora, notem de perto agora, quando Rute disse…ou Noemi disse a Rute, disse, “Agora, ele é o nosso parente. E se você puder achar favor com ele, você achará descanso”. (Oh, que coisa!) “Se você puder achar graça você achará descanso”. Boaz representava Cristo, o homem rico, o herdeiro de todas as coisas, o Senhor da Ceifa. Oh! Como Boaz chegou lá andando em volta do campo, e seus olhos caíram sobre Rute. Ele era mestre, Ele era o Senhor da ceifa. E ela achou graça na vista dele.

119 Isto é o que a Igreja faz, hoje em dia. Enquanto o Senhor da ceifa está passando, Ele não está olhando a edifícios grandes, torres altas, coros bem treinados. Ele está à procura de indivíduos: homens e mulheres que são dedicados e tem feito uma separação nítida para Cristo. Dedicaram a

si mesmos para o Seu serviço, “Deus eu O creio, cada Palavra Dela. Quando a Sua Palavra diz algo, eu permaneço justamente com Ela. Aquilo é Sua Palavra. Eu acredito Nela, cada Palavra”. É isto que Ele está procurando, o Senhor da ceifa. Isso é o que Ele quer, para dar o Espírito Santo para aqueles que estão famintos e com sede. “Bem-aventurados são aqueles que têm fome e sede, pois serão fartos”. Ele está tentando achar aquela Igreja, hoje.

120 Agora então, Rute foi pedida a fazer algo que era vergonhoso, porém ela estava disposta porque ela tinha feito a sua decisão. Que tipo de um crente, que tipo perfeito.

121 Noemi, a igreja velha, disse, “Vá lá hoje à noite, é tempo de cevada”. Oh, que pensamento lindo, poderíamos segurar bem aí.

122 Noemi e Rute vieram justamente no tempo da cevada. Tempo de cevada era tempo de pão, o tempo quando o pão fresco estava sendo servido. E a igreja neste último dia, através de 2.000 anos de ensinamento pagão e outras coisas, tem chegado no tempo da cevada, novidade de Vida, Pão novo, mel do Céu. (Russell, falando sobre casca de mel de pão!) Isto é Aquilo, Pão do Céu. “Eu sou o Pão da Vida. Seus pais comeram maná e estão mortos. Porém Eu sou o Pão da Vida que vem de Deus do Céu. Se um homem como deste Pão ele nunca morrerá”. E a Igreja nestes últimos dias aqui, é trazida para dentro, agora mesmo, no tempo da cevada.

123 Rute, uma Gentia, excomungada, tocada para fora, foi trazida dentro como…para ser aceita como a Noiva. Cristo vem justamente no tempo da cevada.

O PARENTE REDENTOR

William M. Branham

02 de outubro de 1960

Jeffersonville – Indiana – E.U.A.

Tradução – GO

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Após a análise de diversos textos antigos

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Após a análise de diversos textos antigos, pode-se chegar à conclusão de que a interpretação de que, em Rm 7:24, o apóstolo Paulo estivesse se referindo a um antigo costume de atar cadáveres a pessoas vivas como forma de suplício deveria vir de três possíveis fontes.

Em primeiro lugar, essa explicação poderia ter por base a aplicação ao texto de Romanos de um notório episódio da história grega em que supostamente os piratas etruscos teriam imposto a seus prisioneiros gregos essa forma de tortura.

Em segundo lugar, essa explicação poderia encontrar algum tipo de sustentação no emprego da palavra grega nekrophoria que, embora seja usada corriqueiramente para se referir ao transporte de cadáveres para o sepultamento, também poderia metaforicamente aplicar-se à cruel forma de castigo que contemplava uma íntima ligação entre o corpo vivo e o corpo morto.

Finalmente, apoio para essa interpretação poderia vir do modo como os primeiros cristãos entenderam a passagem paulina.

Depois de investigados exaustivamente os três tipos de textos antigos mencionados anteriormente, pode-se chegar a algumas conclusões que, se não desabonam, pelo menos desaconselham a aplicação do contexto da necroforia a Rm 7:24. Em primeiro lugar, deve-se reconhecer que a necroforia, no sentido de atar um cadáver a uma pessoa viva, não era uma prática romana como é advogado por alguns, mas um episódio atribuído por gregos e romanos à história etrusca.

Em segundo lugar, não há nenhuma evidência histórica de que a prática tenha sido, de fato, desenvolvida pelos etruscos.

As fontes antigas, principalmente a passagem aristotélica que primeiramente narrou o suposto episódio, consideram-no geralmente de uma perspectiva essencialmente metafórica e aplicam-no à noção do dualismo entre corpo e alma, em que a vida é vista como uma tortura à alma, mediante a qual esta se vê acorrentada a um corpo pecaminoso e em putrefação.

Em terceiro lugar, mesmo quando nenhuma referência é feita ao episódio etrusco, a palavra grega nekrophoria, se usada em um sentido que ultrapasse a ideia do mero sepultamento de um cadáver, também se refere ao dualismo entre corpo e alma.

Finalmente, o modo como os cristãos se referiram ao texto de Rm 7:24, nos primeiros três séculos da era cristã, não nos permite concluir que o primeiro auditório de Paulo tivesse conseguido estabelecer uma relação mais do que fortuita entre a expressão “corpo da morte” e a suposta prática etrusca da necroforia.

Os primeiros cristãos entendiam a passagem em dois contextos principais: como uma referência ao dualismo entre alma e espírito, e como uma referência ao contraste entre a vida santificada (espírito) e a vida sujeita às propensões carnais (carne).

Contudo, embora alguns dentre os primeiros cristãos acreditassem que Paulo estivesse mesmo expressando seu desejo de que sua alma fosse libertada de sua prisão corporal, o contexto da tensão entre vício e virtude ou pecado e obediência, que permeia os capítulos 7 e 8 de Romanos, parece sufi cientemente forte para que esta segunda interpretação seja preferível.

Sendo este o caso, Paulo pode simplesmente estar afirmando que, diante do combate que travava com suas propensões carnais, ele desejava ser liberto de seu caráter humano e mortal, isto é, do “corpo desta morte”.

Os argumentos em favor dessa interpretação são persuasivos: em primeiro lugar, não há qualquer evidência de que o dualismo da narrativa aristotélica jamais tenha sido explicitamente associado a Rm 7:24; em segundo lugar, o próprio conceito de necroforia nunca aparece no contexto da passagem paulina; em terceiro lugar, o Protréptico de Clemente de Alexandre apresenta uma aplicação da necroforia que é inteiramente compatível com um contexto de dualismo entre carne e espírito para Rm 7-8 (muito mais, de fato, do que o de um dualismo entre corpo e alma); em quarto lugar, o mais antigo comentário sobre o livro de Romanos, escrito por Orígenes no século II, definitivamente favorece esta última interpretação; e, finalmente, o topos da oposição entre a virtude (espírito) e o vício (carne) pertence a uma tradição filosófica tão rica e longa quanto aquele do contraste dualístico entre corpo e alma.

Embora se reconheça que os dois primeiros argumentos sofram das deficiências comuns ao assim-chamado “argumento do silêncio”, como um todo, a evidência aqui apresentada deve ter, pelo menos, dois corolários: primeiramente, descartar uma relação explícita entre o episódio aristotélico dos piratas etruscos e Rm 7:24; e, em segundo lugar, advogar a plausibilidade do dualismo entre carne e espírito (em vez do dualismo entre corpo e alma) para a interpretação da passagem em questão.

 

Fonte: https://www.andrews.edu/library/car/cardigital/Periodicals/Hermeneutica/2010/2010_01.pdf

 

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Miserável homem que eu sou

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Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?

 

    Romanos 7:24

 

Nós ÉRAMOS miseráveis homens anteriormente quando nós estávamos mortos em ofensas e pecados (Efésios 2:1).

Mas agora, nós não estamos mortos mais! Deus nos deu vida juntamente em Cristo, por graça, apenas na base da nossa fé (Efésios 2:5)! Agora, nós somos “a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9). Essa é a verdade da Palavra de Deus.

Mas então, nós estamos certos em perguntar o que é essa lamentável situação que Paulo está descrevendo em Romanos 7? A quem ele está se referindo? Porque ele está usando está passagem como se estive a aplicando para si próprio e por que ele está falando no presente como se fosse algo que está acontecendo agora? Bem, nós não precisamos ir longe para achar a resposta. Tudo que nós precisamos é ler o contexto das frases acima, todo Romanos 7.

Dando uma olhada, Romanos 7 mostra que seu tema principal é a lei e como era impossível para alguém que tinha apenas a natureza pecadora de Adão cumprir esta lei.

Para dizer isso, Paulo está usando a primeira pessoa do singular no presente figurativamente, não literalmente. Em outras palavras, embora, pareça que ele diz o que ele diz para ele mesmo pessoalmente, ele faz isso apenas no sentido figurado, colocando a si mesmo na posição daqueles a quem essas coisas eram diretamente aplicáveis. Como nós sabemos disso? Vamos ler, por exemplo, os versos 7-9 de Romanos 7:

Que diremos pois? É a lei do pecado? De modo nenhum: mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, obrou em mim toda a concupiscência: porquanto sem a lei estava morto o pecado. E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri. ”

A época “sem lei” foi antes da promulgação da lei, centenas de anos antes do nascimento de Paulo.

Então quando Paulo diz “E eu, nalgum tempo, vivia sem lei” ele está usando a primeira pessoa do singular (“Eu”) apenas figurativamente.

Ele não estava vivo naquela época, mas, ele figurativamente colocou si mesmo na posição das pessoas que estavam vivas dizendo “Eu vivia”.

O mesmo também na próxima parte da passagem que diz: “mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri. ”. O mandamento veio com Moisés e Paulo não estava vivo ainda. É óbvio então que ele estava usando ele mesmo (primeira pessoa do singular) FIGURATIVAMENTE, literalmente.

O mesmo padrão continua por todo Romanos 7. Paulo se usa e muitas vezes no presente para descrever que era uma situação no PASSADO. A razão que ele fez isso é fazer a situação mais vívida e o contraste com a situação presente (a qual é descrita em Romanos 8) ainda mais clara.

Seu tema principal em Romanos 7 é a situação sem Cristo. Antes de Cristo a lei era presente e, embora essa lei fosse boa, santa e justa era impossível se manter por pessoas que tinha apenas suas naturezas pecaminosas e carnais1.

Como ele caracteristicamente disse:

Romanos 7:12, 14

E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom…. a lei é espiritual; mas eu sou carnal.”

 

Paulo era carnal quando ele estava escrevendo essas coisas? Ele tinha apenas a natureza pecadora de Adão? Ele estava “vendido sob o pecado”? A resposta é enfaticamente NÃO.

Paulo, como qualquer crente nascido de novo, tinha Cristo vivendo nele. Cristo o tinha livre.

Ele estava agora nascido de novo e salvo. O que, portanto, ele está se referindo quando descreve a si próprio como “vendido sob o pecado”? Ele se refere à época da lei, o tema principal de Romanos 7.

Na época da lei, não havia novo nascimento! Não havia nova natureza! Todas essas coisas ficaram disponíveis para nós depois do sacrifício de Jesus, mas que, na época da lei, elas não estavam disponíveis.

Assim, a única coisa que as pessoas tinham naquela época era a velha natureza pecadora. Embora, a lei fosse boa, santa e justa ela era uma lei espiritual enquanto eles eram carnais, vendidos sob o pecado.

Portanto, quando Paulo diz: “mas eu sou carnal, vendido sob o pecado” ele está usando a si mesmo e o tempo no presente figurativamente, colocando a si mesmo no lugar daqueles que viveram na época da lei, exatamente como ele fez no versículo 7 com todos aqueles que viveram sem a lei, quando ele diz “vivia sem lei”.

Quando Paulo estava escrevendo Romanos 7, ele era uma nova criatura como qualquer um de nós, que crê no Senhor Jesus Cristo, o Messias e Filho de Deus, também é:

 

2 Coríntios 5:17

Assim que se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram;”

 

Paulo usa o mesmo modo de falar (primeira pessoa do singular, no tempo presente) em todo o restante de Romanos 7. Vamos ler:

 

Romanos 7: 15-24

Porque o que eu faço não o aprovo, pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E se, faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum: e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já não o faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então está lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus. Mas vejo nos meus membros outra lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? ”

O que Paulo está descrevendo é uma situação miserável. Se você não levar em conta qual é o contexto da passagem e se você ignorar e desprezar as realidades do novo nascimento você se tornará miserável também. Você também irá chorar “Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”. Mas Paulo diz tudo o que diz para descrever a situação antes de Cristo. É uma situação de anseio por um salvador.

Sim, antes de Cristo todos nós choraríamos “Miseráveis homens que nós somos! Quem nos livrará do corpo desta morte? ”. Mas a boa nova é que cerca de 2000 anos atrás o salvador veio! Seu nome é Jesus Cristo! Paulo não para na questão: “Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? ”, mas ele continua imediatamente com a resposta e aqui está:

 

Romanos 8:1-4

Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, ME LIVROU DA LEI DO PECADO E DA MORTE. Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma a carne. Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne e do pecado, pelo pecado condenou o pecado da carne; Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. ”

 

Houve um tempo em que nós éramos escravos, vendidos sob o pecado. Mas não mais! Crendo no Senhor Jesus Cristo, ele nos libertou dessa escravidão. Agora, nós temos uma nova natureza, Cristo está em nós. Agora nós somos LIVRES. Agora nós somos justos!

Para resumir: aqui está a questão de Paulo em Romanos 7:24:

Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? ”

E aqui está a resposta, apenas 2 versículos depois:

A lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, ME LIVROU DA LEI DO PECADO E DA MORTE. ”

 

E novamente, Gálatas 5:1

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão. ”

 

Nós não somos mais escravos, vendidos sob o pecado. Nós não somos mais “vendidos sob o pecado”.

Ao invés disso, Cristo nosso salvador, veio, deu a si mesmo como resgate e nos fez LIVRES.

Portanto, na próxima vez que você ouvir alguém chorando “Miserável homem que eu sou! ”, querendo descrever nossa condição presente, você sabe que tal aplicação para nós está ERRADA.

Glorifique o Senhor e O dê graças, que, através de Seu Filho, nos livrou desta situação terrível. Louvado seja ele sempre, pois embora nós estivemos uma vez “mortos em ofensas e pecados… Mas Deus que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou. ” (Efésios 2:1-5). Louvado seja Ele e Jesus, nosso libertador de sempre.

Fonte: http://www.jba.gr/Portuguese/Miser%C3%A1vel-homem-que-eu-sou-Romanos-7.htm

 

 

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Rapazes que Tocam Fitas na República Democrática do Congo

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Rapazes que Tocam Fitas na República Democrática do Congo

 

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No outono passado, publicamos uma atualização sobre um grupo de Rapazes que Tocam Fitas entrando despercebidamente em vilarejos em que poucos ousariam se aventurar. Eles estão de volta às selvas da RDC (República Democrática do Congo) e, bem parecido com o que os apóstolos fizeram no primeiro século, eles estão incentivando as igrejas recém-estabelecidas a permanecer firmes na Fé.

Em seu último relato, os irmãos cumpriram uma promessa, viajando ainda mais selva a dentro, tendo reuniões com fitas e fazendo sua parte na Grande Máquina de Deus.

À tarde, partimos para Kibangu em Basuku (Veja a viagem missionária anterior publicada no site da GVD). Em Kibangu, tivemos um culto de fita com a ajuda do irmão Isaac, um jovem irmão que interpretou o irmão Branham do inglês-francês para o kisuku (um dos dialetos locais). Lá nós tocamos a fita “Esteja Certo de Deus, ” traduzida para o lingala.

De lá nós retornamos, de Kibangu para Nzombi, enfrentando a floresta. Viajamos à noite toda para chegarmos de manhã cedo. Quatro horas de motocicleta, dirigindo na escuridão total.

Na quarta-feira, continuamos a transferir os sermões em áudio para os cartões SD dos irmãos. À tarde, nos preparamos para o culto de fita na igreja para ouvir a parte restante do sermão pregado pelo irmão Branham “Tentando Fazer um Serviço Para Deus sem Ser da Vontade de Deus,” 65-0718M, traduzido em lingala.

Na quinta-feira, partimos de Nzombi para Mbamba, a fim de visitar uma família recém-convertida através do ministério das fitas durante nossa última viagem. Fizemos uma parada no vilarejo de Bibamba e passamos a noite lá. Depois de recuperar nossa força, continuamos a viagem para chegar a Mbamba. Desta vez usamos a canoa e nossas motos.

Essas famílias estiveram presentes no culto de fita e receberam livros da Mensagem em nossa primeira visita. É uma família de quatro filhos, um irmão e sua esposa. A mudança na vida deste irmão trouxe um testemunho tão forte, a ponto de um irmão desviado retornar para o Senhor.

Tivemos comunhão em torno da Palavra e os incentivamos a permanecer com esta Mensagem. Também lhes prometemos, se for da vontade de Deus, voltar com um rádio e cartões micro SD em nossa próxima visita.

Nosso desejo e o motivo da nossa viagem até lá foi visitar aquelas almas preciosas que estão tão sedentas desta Mensagem, e incentivá-las, visto serem recém-convertidas. Levamos 30 minutos de canoa no rio, e uma hora de moto usando outra estrada de volta para Nzombi. Fizemos outra parada em Bibambe e Kipemba, onde já tínhamos estabelecido dois companheirismos de fitas e distribuído rádios juntamente com cartões SD durante nossas viagens anteriores.

Bibamba tinha muitos ladrões, mas quando a Voz entrou nesse vilarejo, o chefe tradicional testemunhou que houve uma mudança. Isso realmente afetou muitos jovens, que foram libertos desse tipo de atividade. Uma paz se estabeleceu entre o povo. De lá, voltamos tarde da noite para Nzombi.

Na manhã de sábado, continuamos a copiar sermões em áudio do irmão Branham aos telefones dos irmãos, e aconteceu um testemunho em Nzombi durante nossa refeição da noite. O irmão estava ouvindo a Voz em seu telefone. Ele adormeceu e a fita continuou a tocar, pois ele estava muito cansado. Depois de dormir, ele acordou, enquanto a fita continuava a tocar. Ele verificou a bateria, e o telefone móvel indicava bateria 100% carregada. Ele ficou espantado porque no passado, quando tocava música profana, sua bateria descarregava. Mas ver a voz do profeta tocar por horas sem perder sua carga, foi uma coisa sobrenatural para ele.

Na noite de sábado, tínhamos projetado os filmes Um Abismo Chama Outro Abismo e As Campanhas de Chicago, traduzidos para o lingala. Foi uma exibição ao ar livre, e eles assistiram o filme através da pequena tela do laptop conectado ao megafone de 800 metros, que foi usado como alto-falante.

Para apresentar o Profeta do Século XX, comecei mostrando um breve testemunho em vídeo de T. L. Osborn sobre o irmão Branham, uma vez que muitos no Congo também conhecem esse grande evangelista. Isto foi para cativar a atenção deles para o que viria depois, pois muitos aqui eram membros de igrejas pentecostais, em todos os arredores também. Então eu lhes disse: “Agora vocês vão ver aquele a respeito do qual Tommy Osborn estava falando, e então imediatamente começamos a exibir o vídeo do Profeta do Século XX. Foi o irmão William Marrion Branham que se apresentou a eles, e eles se alegraram com “améns!” No final, todos se levantaram, e que atmosfera! Para alguns foi a primeira vez que viram a fisionomia do profeta do século XX, William Marrion Branham.

Deus os abençoe,

Popaul Bute
Fonte:  file:///C:/Users/Escrit%C3%B3rio/Desktop/Rapazes%20que%20Tocam%20Fitas%20na%20Rep%C3%BAblica%20Democr%C3%A1tica%20do%20Congo.html

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Quem São

quem sao

 

quem sao

 

Quem são “os donos” da Mensagem?

Lamentavelmente ainda encontramos ministros que dizem: “NA MINHA igreja eu prego assim”. “EU creio na Bíblia nesse ponto, no irmão Branham não”. Ora, saíram do “companheirismo” e o ranço do denominacionalismo não lhes deixaram. Pedro ensinou que a Escritura não está sujeita à interpretação particular. “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal” (2ª Pedro 1:20).

Um pastor é o ancião maior na igreja onde Deus o colocou, logo, questiúnculas de argumento de autoridade, por ser isso ou aquilo, não cabe no plano de Deus. Irmão Branham dizia ser um homem de ensino equivalente ao sétimo grau. Ele não era muito educado no sentido de escolas, mas um homem educado por Deus. Falo com meu nome escrito e assinado abaixo.

Pastor João Pereira, um homem entregue à leitura da mensagem, capaz de nos perguntar algo sobre como se pronuncia, o que significa algo historicamente, possui algo que anda em falta em muitos lugares: Unção e direção para pregar.

Dei-me a pensar ontem, após conversar 10 minutos com ele. Onde estavam os grandes pregadores quando nos alvejam de críticas e vilipêndios em 2005? Lembro-me que em um encontro em São Paulo em julho de 2005, um estrangeiro que foi mal recepcionado pelo “plenário”, me chamou na última fileira onde sentava e tentava entender. Ele me perguntou: “What’s happening here brother?” Eu conversei um pouco com ele e lhe perguntei: “What’s your name brother ?”—Ele respondeu: Vin Dayal.

Apresentei-o ao pastor João e dentro do contexto, tentamos explicar para ele o tumulto de facções. Eu jamais estive na terra boa de Trinidad and Tobago, mas, entendo e compreendo o amigo Vin.

Aprendi com um ministro do Supremo Tribunal Federal que posso respeitar um autor e desconsiderar sua doutrina, não respeitar a doutrina, assim como posso respeitar a doutrina do autor não gostando do próprio. Ainda posso desconsiderar o autor e a doutrina, pois, ambos estão errados. Ora, estamos caminhando para um retrocesso? Teremos líderes hierárquicos dentro da TERCEIRA PUXADA? Não senhores, isso é impossível. Hierarquia é no Vaticano. “Ah, fulano fala sem saber”. Será?

Por favor, não há espaço para preciosismos dentro da atual estação. Chegamos ao ponto da Igreja de ATOS? Nem de perto. Quem atrapalha? Os líderes, afinal, são os que ficam na porta. Cada homem possui o direito de pregar o Evangelho nessa condição:

122 Nenhum homem tem o direito de pregar o Evangelho até que ele encontre a Deus no deserto na Sarça Ardente, não há nenhum sistema eclesiástico no mundo o qual possa explicar isto longe de você. Você estava lá; aquilo aconteceu para você! Não importa o que os sistemas dizem. Vocês são testemunhas disto! Aleluia! Sinto como aquele velho de cor do qual estava falando acerca – “Não encontrei oportunidade aqui em cima agora! ” Sinto muito religioso agora, quando penso que aquilo é certo – Deus revela a Si mesmo a você!

DORES DE PARTO
William M. Branham
24 de janeiro de 1965
Phoenix – Arizona – E.U.A.
Tradução – GO

Sejamos humildes e deixemos Deus nos usar. Já discutimos demais quem é o melhor ou o maior entre nós. Nenhum homem, sim JESUS CRISTO é o maior e ÚNICO.
Pr. Sérgio Ricardo de Freitas Cruz
falecom@avozdedeus.org.br