A Igreja

Zenas

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Zenas, dito o Doutor da Lei, é um dos Setenta Discípulos e era um dos seguidores do apóstolo Paulo. O termo nomikos (“advogado”, “doutor da Lei”), aplicado a Zenas, aparece nos Evangelhos de formas variadas. Como nomodiakalos, “um professor da Lei”, e como grammateus, “um escriba”, todos eles representando o mesmo tipo de profissão.

Antes de sua conversão, Zenas era um dos defensores da Lei Mosaica. Ele é citado no Novo Testamento em «Ajuda a Zenas, doutor da lei, e a Apolo na sua viagem, para que nada lhes falte. » (Tito 3:13).

Meu nome é Sérgio Ricardo, pastor assistente do ministério do pastor João Pereira dos Santos. Eis me agora no doutorado em Direito, já na metade do curso. O livro acima é fruto da minha dissertação de mestrado. Porto-me com humildade ao agradecer a Deus a saúde e a forma de publicar tal façanha. Doutor na lei dos homens não significa doutor na Lei de Deus e isso me é de entendimento fundamental.

Agradeço ao pastor João Pereira e minha família por entender minhas atividades de docente e jurídicas e antes de qualquer LEI, A DE DEUS É O MEU POSTE MINISTERIAL. Decidi faz alguns meses, não participar de reuniões de pastores, os motivos são que não posso usar argumento de autoridade para me impor e nisso submeto-me por completo à ensinança do pastor João Pereira, figura que considero meu mestre e ensinador.

Aos meus colegas de ministério de Brasília, agradeço as considerações. A Deus seja a glória. Observo que a Igreja não vende tal livro e recomendo apenas a juristas e advogados.

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Nasceu Josias Ricardo filho do Serginho e Mara Rute

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Nasceu Josias Ricardo filho do

Serginho e Mara Rute

 

Nasceu hoje, 25 de março em Brasília, às 20 horas e 33 minutos, Josias Ricardo, fruto do amor de Serginho e Mara. Estamos felizes com eles, pedimos a Deus que o pequeno , 53 cm ao nascer e 3 kilos e 900 gramas, seja um servo do Senhor Jesus, nosso desejo mais profundo e de seus pais , possa cantar, louvar, tocar trumpete , enfim, tudo para o Senhor Jesus Cristo.

Salmos 128

 

1 Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos.

2 Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem.

3 A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa.

4 Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor.

5 O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida.

6 E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.


 

A Fé não se discute

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A Fé não discute

Abraão (em hebraico: אברהם, Avraham ou ’Abhrāhām) é um personagem bíblico citado no Gênesis a partir do qual teriam se desenvolvido as religiões abraâmicas, as principais vertentes do monoteísmo: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.
Até hoje, os arqueólogos não encontraram nenhuma prova da existência de Abraão, embora tenham sido, recentemente, encontradas aldeias com nomes dos familiares de Abraão (seu avô e seu bisavô, Naor e Serugue) numa área da atual Turquia, identificada como a região de Harã.
É o primeiro dos Patriarcas bíblicos e fundador do monoteísmo dos hebreus. Acredita-se que Abraão teria vivido mais provavelmente entre os séculos XXI e XVIII antes de Cristo.
Uma vez que não existe atualmente nenhum relato da sua vida independente das escrituras – especificamente, do Livro do Génesis -, é preciso ter fé para acreditar que ele tenha sido uma figura histórica ou um personagem exaltado por Moisés a fim de explicar a origem dos hebreus e motivar o êxodo de seu povo do Egito em direção à terra de Canaã para concretizar as promessas de Deus. Segundo o livro Génesis, que compõe o Pentateuco do Antigo Testamento, Deus disse a Abraão para deixar Ur com a sua família em direção à “terra que eu te indicar”.
Nesta terra, os seus descendentes formariam uma grande nação e herdariam uma terra “onde corre leite e mel”.
Sendo o povo escolhido de Deus, os hebreus conquistariam a terra prometida de Canaã, uma terra de fartura, em comparação com as que Abraão deixara para trás. Foi assim que Abraão deixou a sua vida sedentária para viajar para Canaã.
Esta migração é de significado histórico comparável à epopéia de Moisés, mais tarde, trazendo os hebreus de regresso do Egito, através do Mar Vermelho.

 

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Hebreus 11:8 “Pela fé, Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.”
A fé que Abraão tinha em Deus fez com que ele vencesse todos os obstáculos em sua caminhada.
Abraão era um homem de fé. Ele trocou a glória passageira desse mundo para ter um relacionamento pessoal com Deus. Sua fé não impediu de enfrentar provações e crises.
Todavia, ele continuou olhando para o céu, contando as estrelas e crendo no milagre de Deus e na sua provisão para todas as áreas da sua vida.
A fé nos faz vencer as crises e esperar confiantes nas promessas do Pai.
Ao obedecer, Abrão passou a andar pela fé e não pela vista, e assim se tornou o pai de todos os que vivem pela fé (Gn 15:6, Rm 4:16, Gl 3:6-14, Hb 11:8-9, Tg 2:23).
Não obstante ele e a esposa serem avançados em idade, Deus lhes prometeu um filho e uma descendência inumerável como os grãos de areia que estão na praia do mar e como as estrelas que estão no céu.
Onze anos depois, sua esposa Sarai decidiu providenciar-lhe um filho através da criada egípcia Hagar porque, sendo dona da escrava, os filhos que esta gerasse seriam seus.
E assim nasceu Ismael que, mais tarde, se tornaria o pai de todos os árabes (Gn 16).

Quando Abrão completou 99 anos, Deus lhe repetiu a promessa de um filho gerado no ventre amortecido de Sarai e, para que Abrão não se esquecesse desta promessa, mudou o seu nome para Abraão, que significa “pai de multidões”, e mudou também o nome de Sarai para Sara, que significa “princesa” (Gn 17:5-15). Quando Abraão completou cem anos e Sara noventa, Deus lhe apareceu através de uma teofania (quando o Senhor assume forma humana) e lhe garantiu que, no tempo exato de uma vida, Sara daria à luz um menino (Gn 18:10).
Tanto Abraão como Sara riram deste aparente absurdo (Gn 17:17, 18:13).
Mas, ao tempo de uma vida, nasceu-lhes o menino prometido (Gn 21:2-7). Todos os que viam aquela mulher de noventa anos amamentando o seu bebê, riam da cena.
Daí o menino ser chamado de Isaque, que significa “Riso”. Quando Isaque era adolescente, Deus submeteu Abraão a uma dura prova: “Abraão, toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem tu amas, e oferece-o a Mim em holocausto, na montanha que eu te direi” (Gn 22:1-2).
Abraão obedeceu porque sabia que era a voz do Senhor e acreditava que “Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar” (Hb 11:17-18). Quando estava a ponto de concretizar o sacrifício no monte Moriá, Deus o interrompeu e lhe proveu o cordeiro para morrer no lugar do seu filho (Gn 22:13).
Como Abraão provou amar a Deus acima de todas as coisas, além de jurar que o abençoaria muito mais ainda, o Senhor também profetizou que a sua semente tornaria benditas todas as famílias da terra (Gn 22:15-18).
E, de fato, dois mil anos depois, Deus mesmo sacrificaria o seu único Filho, o Amado, como Cordeiro, no lugar de toda a humanidade. Jesus, da semente de Abraão e o seu mais famoso descendente (Mt 1:1), é o abençoador de todas as famílias da terra. Abraão hoje, além de ser o pai de multidões de judeus e árabes, também é o pai na fé de todos os que creem na sua Semente – Jesus – e obedecem a este único e verdadeiro Deus.

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Esaú e Jacó

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Esaú e Jacó

A eleição de Jacó suplantou a primogenitura de Esaú. Isso está escrito em Malaquias 1.

Peso da palavra do SENHOR contra Israel, por intermédio de Malaquias.

Eu vos tenho amado, diz o Senhor. Mas vós dizeis: Em que nos tens amado? Não era Esaú irmão de Jacó? Disse o Senhor; todavia amei a Jacó,

E odiei a Esaú; e fiz dos seus montes uma desolação, e dei a sua herança aos chacais do deserto.

Malaquias 1:1-3

Nós não damos ordens a Deus, seguimos Sua Vontade perfeita. Vejamos o caso de Esaú.

Uma igreja que ordena a Deus, perfeita em sua capacidade própria é uma igreja que não precisa de Deus. O Senhor nosso Deus procura pessoas que são incapazes de si para capacitá-las. Jacó era preocupado com a Benção e Esaú era descuidado com as coisas de Deus. Laodicéia é despreocupada, pensa ter tudo e não precisar de nada, não precisa de Deus senão, para cumprir seus próprios intentos.

Eleição suplanta a primogenitura

Eleito não persegue eleito, essa frase é do irmão Branham. Perseguir é um ato de maldade, que está além da razão, trata-se de algo incrustado na alma. A eleição de Jacó suplantou a primogenitura de Esaú pelo trato das coisas com as coisas de Deus.

Fomos incumbidos para cremos na Palavra, não discuti-La. As características de Esaú, um homem relaxado com as coisas de Deus, pensaram para que a benção chegasse a Jacó. O mundo está cheio de pessoas que indagam os motivos de tal e tal pessoa está no ministério. Ora, Esaú tinha ministério, apenas não era justo e eficiente em servir ao Deus Vivo. Deus AMOU Jacó muito antes dele existir, o filho de Isaque. Questionamentos devem ser feito a Deus, por quem tem o ATREVIMENTO DE QUESTIONAR, nós cremos em Deus. Não O questionamos.

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Pastor Rogênio e a reunião em Araçatuba

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Pastor Rogênio e a reunião em Araçatuba

 

Nos dias 20, 21 e 22 de julho, estaremos sob os auspícios e camaradagem do pastor Rogênio, pastor da Igreja de Araçatuba São Paulo.

Homem de Deus, casado com a irmã Jennifer há 12 anos e pai das irmãs Ana Raquel de 10 anos, Rute 8 anos e Isabel 5 anos, despontou para o ministério em 2008, com a característica de dedicação e submissão ao Senhor Jesus.

O tema será O SÉTIMO SELO, imbuídos com a proposta de falarmos e vivermos esse Sétimo Selo na sua inteireza. Ele gentil e humildemente, convida aos pastores que creem e pregam e vivem a Abertura da Palavra. Tratar-se-á de uma reunião de adoração e louvor na qual o maior de todos é, e será, JESUS CRISTO.

O pastor João Pereira dos Santos me incumbiu de saudar cada ministro e obreiro e irmãos nessa reunião, uma vez que impossibilitado por cirurgia, estará convalescendo nas datas avençadas

 

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“44 E esta é a hora, hora que o mundo tem almejado ver, está agora se aproximando, pois isto clama por redenção. Podemos ver os elementos prontos para trazer isto de volta. Podemos ver os elementos prontos para trazer a Igreja à presença de Cristo. Podemos ver a — a Noiva tomando forma, colocando suas vestes de bodas, se aprontando. Podemos ver as luzes tremeluzentes. Sabemos que estamos no fim. 45 Agora, Pai Celestial, enquanto seguimos adiante agora para pregar, ou para ensinar sobre este grande, poderoso evento que aconteceu na Glória, há uns dois mil anos atrás, e foi dado ao grande amado apóstolo, João. E nesta noite falaremos sobre isto. Que o Espírito Santo venha agora em Seu grande poder de revelação, que Ele possa nos revelar as coisas que Ele deseja que saibamos, como Ele tem feito nas últimas poucas noites. Nós nos entregamos a Ti, com a Palavra, no Nome de Jesus. Amém”.

O SÉTIMO SELO

William M. Branham 24 de março de 1963 Jeffersonville Indiana – U. S. A.

Apoiamos a reunião em Araçatuba e de maneira cristã, contribuiremos com nosso amigo e irmão Pastor Rogênio.

As transmissões do evento serão feitas pela equipe A VOZ DE DEUS, e juntos esperamos o mover de Jesus.

 

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Epístola aos Hebreus

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EPÍSTOLA AOS HEBREUS

25 E agora, eu… O Livro de Hebreus, realmente o que ele é, foi escrito por São Paulo, o maior expositor da Bíblia, eu creio, que o mundo jamais teve além de nosso Senhor Jesus Cristo.

E Paulo estava separando o… Agora, Paulo era um verdadeiro ensinador bíblico; isto é, do Velho Testamento. Esse é o único livro que foi escrito então que é chamado de Bíblia. E ele estava tentando mostrar e hebreus, separando o Velho Testamento e mostrando o Velho Testamento sendo uma sombra ou um tipo de novo.

HEBREUS, CAPÍTULO 01 William M. Branham 21 de agosto de 1957 Jeffersonville – Indiana – E.U.A. Tradução – GO

O livro de Hebreus é usado como um argumento final em defesa do Cristianismo.

Usando uma lógica cuidadosa e referindo-se frequentemente ao testemunho, o escritor (Paulo) define que Jesus Cristo é o Filho de Deus e digno da nossa fé.

A preocupação principal do autor parece ser de estar atento contra a apostasia (6:4-8; 10:19-39) e de confortar aqueles que parecem lamentar o esplendor do culto mosaico e o lado tranquilizador, (inclusive do ponto de vista psicológico) de uma religião oficial que as jovens comunidades cristãs não estavam à altura de garantir (9:9b-10)

O livro compara e contrasta Jesus com toda história do Velho Testamento e argumenta que Cristo é o clímax de todas as coisas do passado.

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O autor explica que a vida do fiel deve ser considerada como um êxodo continuo para uma pátria prometida (4:1-6) que não pode ser identificada com um lugar terrestre seja ele qual for (11:13; 13:14).

Embora a composição de Hebreus se mostre altamente elevada no tocante aos seus interesses teológicos, podemos afirmar, de forma resumida, que o propósito principal da Epístola aos Hebreus é incentivar a fidelidade a Cristo e à sua nova aliança.

Nessa epístola Cristo é apresentado como sendo o novo, último e superior Sumo Sacerdote.

O autor da epístola faz uma construção argumentativa minuciosa indicando que Jesus é o cumprimento do Templo, dos sacrifícios e do sacerdócio que haviam sido estabelecidos na Lei.

Isso também revela de maneira clara que todo esse sistema era temporário.

A Epístola aos Hebreus é uma obra primorosa. Podemos se referir a ela como um sermão expositivo na forma escrita. Não sabemos quem foi o autor dessa epístola, mas certamente sabemos que ele foi um exímio expositor das Escrituras.

 

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Pelas características da epístola, podemos perceber que ele era um grande pregador do Evangelho.

Particularmente, arrisco-me a dizer que o autor da Epístola Hebreus foi um dos maiores pregadores da história da Igreja. A construção de seu sermão revela alguém que possuía muita habilidade.

Ele mesmo, o autor, refere-se ao seu trabalho como uma “palavra de exortação” (Hb 13:22), e isso fica evidente, pois a exortação e o encorajamento estão no centro do propósito da carta (Hb 3:13; 6:17-20; 10:25; 12:5-6).

Em resumo, pode-se dizer que a Epístola aos Hebreus ressalta que Cristo é superior aos anjos, a Moisés, a casa de Arão e ao sacerdócio do Antigo Testamento.

Também mostra que o próprio Antigo Testamento admite o caráter temporário dessas estruturas, de modo que a Nova Aliança não é de maneira alguma contrária à Antiga Aliança. Isso significa que recuar ao sistema temporário é voltar para algo inferior, desprezando a concretização da promessa já revelada em Cristo.

Por fim, o autor faz um convite à perseverança até o fim em fidelidade a Cristo.

 

 

Esboço da Epístola aos Hebreus

   1. Cristo é superior aos anjos (1:1-2:18)

   2. Cristo é superior a Moisés (3:1-4:13)

   3. Cristo é superior a Arão (4:14-7:28)

   4. Cristo é superior ao ministério sacerdotal (8:1-10:18)

   5. Chamado a perseverar na fé (10:19-12:29)

   6. Conclusão (13:1-25).

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